Homenagem a Bento XVI
Andy Warhol aprendeu com estes senhores
Abeirado ao leito de morte de seu pai, Dyonisus Takis prometeu cumprir o seu desejo e tomar conta da camisaria da família. Takis tornou-se então mestre camiseiro e ao fim de pouco tempo a sua camisaria tinha a maior gama de modelos em todo Chipre: Takis tinha camisas de dormir ou de noite, polos ou t-shirts, camisas lisas ou estampadas, de folhos ou de renda, de seda ou de chita, de quadrados ou de listas, curtas ou de mangas. Takis tinha uma colecção fabulosa e de qualidade inquestionável. No entanto, via que o seu negócio não prosperava ao contrário do do seu primo Partolas, cuja loja se slips com letras no elástico tinha filas que chegavam à praça.
‘Fugiu de Alcácer Quibir

Tributo ao nóvel comentador, Fixemóbil.
Ápá Mést Fixemób, tês os mássms àapontá pá lua, pá sóce...
A festa da Taça é… uma festa. E a maltinha de Setúbal, empolgada pela segunda presença consecutiva deu largas a toda o seu espírito marketiniano, demonstrando que os pregões dos peixeiros (‘Olhá esquilha tã fininha cate póden enfiarr no brraquinhe da pchóta!’, ‘Comprra-me charrócs, e ê dou-te um linguáde’) não eram fruto de um dia de inspiração.
Caro Faneca e outra gente que saiba ler e que não venha a esta página pelas fotos...
Repórter Faneca - Antes de terminarmos, por agora, a nossa intervenção, temos finalmente aqui connosco para um flash-interview a famosa personagem do cancioneiro nacional, D. Chica, do ‘atirei o pau ao gato’. D. Chica, muito boa tarde. D. Chica, pode-nos contar um pouco melhor o que aconteceu e que deu origem a esta canção.
Chamou, pois, a Faneca e o Choco a todo a blogosfera, e disse-lhes: Ouve, ó Blogosfera, os estatutos e preceitos que hoje vos falo aos olhos, para que os aprendais e cuideis em os cumprir. Se aquele rapaz, o Moisés, tinha 10, vós que embora mais novos não sois menos do que ele, tereis 11. E se não os conseguis escrever todos naquelas pedras pesadonas e chatas, podeis anotar o ultimo num pedacinho de papel.

Caro Faneca,
Para aqueles que me conhecem, sabem que por motivos profissionais tenho que lidar bastante com profissionais da nobre arte de restauro de arte sacra, tanto em Portugal como no Algarve (desculpem - private joke do ramo…).
Considero fazer parte de uma geração que se desiludiu com o poder político. E sem mais, mostrámos o rabinho cheio de pêlos e porcalhotas à porta de São Bento. Foi o sinal inequívoco de que perdemos o respeito e a esperança. Não somos, tão pouco, da geração que diz ‘o que eles querem é poleiro’. Essa é a dos nossos pais. Somos sim da que diz ‘Porra, quanto é que o Eládio Clímaco gasta em laca? ‘. Ou seja, não nos tornámos apolíticos e desinteressados. Fizemos pior: Desenvolvemos a nossa consciência política nas análises da Nova Gente.

A D. Custódia Claudine, que aparece nos tempos de antena das campanhas eleitorais do POUS, é a solução para recuperar a fé na classe política: Alguém duvida da sua ambição em operar uma campanha para introdução da bata de flores como traje único nacional? Alguém questiona o seu empenho na elevação da canjinha de galinha a fármaco? Alguém põe em causa que procurará desencadear uma luta obstinada para levar o crochet a modalidade olímpica? Ou que ainda faça contas pelos dedos em 'réis'? A D. Custódia representa o Portugal verdadeiro, um Portugal obviamente romântico, ambicioso e acima de tudo, excepcionalmente optimista. A D. Custódia no Parlamento, não só significa possuirmos um recordatório vivo do que é a essência do povo português, como ainda pode dar uma mãozinha na limpeza do hemiciclo.
D. Custódia Claudine, vou fazer-lhe uma faixa e meter na varanda da minha casa, para ver o meu apoio. Se calhar é melhor fazer uma do tamanho do prédio, não vão os seus óculos escorregar...
Abram alas a um novo comentador!

Mermaid for 2 days, na sua entrada para a matinée de Carnaval d'Os Ídolos da Praça, Fevereiro 2006.
Primeiro que tudo, o titulo do post é para dizer aos gritos, como se fosses o Batatinha ou o KLaus Meine quando era um jovem.
A Faneca e o Choco, sinónimo de generosidade e bom gosto!Volte Sempre.Prove o nosso Bacalhau à Gomes de Sá e a nossa Alheira de Coentrada.Paragem do 6, a caminho do Bairro do Peixe Frito. Oportunidade de engate.


- Epá, há que tempos que nao como uma sandinista...
A Força está do meu lado. A razão também. Se este post não é um tiro no meu porta-aviões, então não sei o que falta.

Nunca na vida tirei eu, Choco, um mês de férias seguidinho. Talvez por ser parvo, talvez por ser demasiado preocupado com coisas que não devia (parvo). Mas uma coisa te garanto, meu caro Faneca, fazer a barba com laminas velhas, encrava pelos no pescoço que é uma maravilha!
Ninguém me avisou dos contornos a la Academia De Policia inerentes a estes posts recentes.Qualquer dia tenho o agente Maloney e o Proctor cá em casa a dar-me umas dicas no Frango à Brás.
Sim, estou de férias!
Antes de mais, um ganda pó caralho pá Cabovisão, que não me deixou postear decentemente nos ultimos meses.Agora que cancelei o serviço, isto milagrosamente começou a funcionar que nem um Headbanger num concerto.Granda Mosh!
Faneca – Apá Cateta! Atão pá, tá de chuva?
Raia frita com vinho tinto
Belinha!

Prezado choco,
Meu Caro,
Ainda inebriado por esta catársica mas genial divagação do meu caro Choco calcorreando o seu universo mais pessoal num arrepiante momento que deixaria Jung a implorar ser seu discípulo, sou arrastado para uma reflexão ainda mais sombria: O ser humano é uma amálgama de frustrações, anseios, desejos e obsessões, que eleva a sua falibilidade e limitação, tanto mental como física. E essa limitação torna-se visível em inúmeros momentos, tanto na formulação de raciocínios básicos como ‘se conseguisse enfiar um braço todo pelo nariz, até onde iria?’ ou na execução de actos simples e primários, como, por exemplo, espetar uma palhinha numa embalagem de capri-sonne.
Quero saber quem é o dono dos helicópteros?Quero dar uma voltinha!
O primeiro cruzar de olhares. Surpreendido. Casual.
Sala 3 do Inatel, quinta-feira, 16 de Outubro, 19h00.
Faneca, aluno nr. 11 do 8o B da Escola C + S da Marinha Grande e repórter ocasional do jornal da escola quando tem feriados a Fisica-Quimica, entrevista o grande bandarilheiro Ricardo Chibanga.
Yanni Bianakis, na sua tenra idade, era aprendiz de afinador de pianos, em Aroania, a 80 km de Kalavrita na região do Peloponnese, Grécia. Um dia, após o trabalho, é convidado pelo seu primo Markai para beber um copo de leite de cabra e picar uns cubinhos de queijo feta. A caminho de casa, na cova de Iriania, por cima de uma oliveira e rodeado de uma luz enorme, consegue identificar a imagem de Santo Agostinho olhando estático para ele e com o dedo enfiado no nariz e a simular uma flatulência. Num instinto de repulsa, não só por Santo Agostinho ser uma figura considerada herética para os cristãos ortodoxos mas porque tem horror de pessoas em cima de olivieiras, Yanni foge assustado. Pelo caminho não consegue controlar o vómito e espalha o leite e os cubinhos de queijo recém injeridos pelas casas dos vizinhos.
Kalin Slew, o melhor jogador de "Lá-Vai-Aì" de sempre tinha várias qualidades. Para além de ter estudado maracas no conservatório de Moscovo, desempenhou um papel muito importante na criação do Observatório da Langonha, que permitiu, para além de uma pesquisa avançada para o engarrafamento da (agora, mundialmente famosa) Sémen Up, o recenseamento e apoio às vitimas do Colhão Pesado, doença que apresentava até à introdução do dito Observatório, numeros preocupantes a nível masculino, bem como vários casos de engasgamento e/ou cegueira na comunidade feminina.
P:Uma gaja tá a chupar a pila a um gajo. Ele vem-se e ela engole tudo. O que é que ela está a beber?
Venho aqui confessar o meu Sportinguismo (Strompismo?), porque cheguei a uma idade em que corro com a patroa da sala com ameaças de violência fisica se não me deixar a stressar em frente á televisão quando dão os temidos jogos dos Indomáveis (acho que quem teve esta ideia anda a ler demasiadasa capas de "A Bola"). Pelas razões apresentadas já sou quase um homenzinho, faltando as imperiais e os tremoços, num curso a frequentar no instituto de formação "O Chaves" assim que chegarem os fundos comunitários (sim, o Faneca costuma pagar!). Por enquanto continuo viciado em Sunny Delight e Kinder Surpresa (por causa da surpresa).
Esta geração "rasca" de comediantes que anda a ocupar tempo de antena, incomoda-me de morte.Não têm piada.São chatos como os dos tomates.Falta-lhes o humor.Eu sinceramente espero que o John Cleese ou o Michael Palin não venham até ao Algarve e liguem a televisão.
As férias são um motivo de regozijo.Principalmente se tiveres pequenos almoços em que o sumo de laranja é incontestávelmente Tang.Tens pãozinho alentejano a estalar, queijinho daquele que não se encontra nas grandes cidades, cafézinho quentinho e a companhia do casal Trombas.
Não há nada mais divertido do que um suinicultor bêbado a espreitar por um decote duma matulona de vinte e muitos!Há que ter em atenção duas coisas, se descartarmos as patilhas e a boina,Ribatejo em acessórios.Uma são as mamas, qual piscina do meio da Torralta, ou seja, metes-te no trampolim e saltas.Não interessa se é alto ou não.Tu tens de saltar!Outra são as bochechas rosadinhas do resistente da pecuária lusitana, naquele rosa repartido pelo tinto e pelo escaldão que apanho a controlar o último carregamento para a Nobre ou para a Isidoro.Isto, meu caro faneca, é uma das muitas coisas que presencio enquanto desempenho a minha actividade profissional.Para os que não sabem, eu me confesso, sou fiscal da Cãmara, a minha mulher têm mais caries que dentes e quando mando peidos em público peço desculpa.E,sim, antes que perguntem, tenho um fato de treino do Benfica, oferecido pelo meu tio Júlio que vive em Genéve.Ele também tem um.E o filho, o Pierre Morais também!



"A policia só aparece quando não é preciso!"
Arconada: Epá, tenho lá agora um casal de rolas de criação, que aquilo é uma categoria.
Pelo eminente romancista e crítico literário, Faneca, vencedor das 36 edições dos Prémios Faneca de Literatura.
O facto de termos uma visita deixou-me muito feliz!
Podemos andar debaixo d'água, mas não somos ingratos. Ponham-nos na SAD do Sporting e ainda metemos o Rui Jorge no lugar do Paulinho, o Pedro Barbosa no do Peseiro e o Hugo num dos altares da capelinha. Por isso o primeiro gajo, para além de moi même e chefe Choco, a fazer um comentário aqui teve direito a ter a sua fotografia escarrapachada e um bem-haja de toda esta equipa que dia-a-dia se esforça por levar este maravilhoso empreendimento cultural até vós.

'Tu sabes quê sou Salazarrista, ma tamên gostava muinte do ÁlvaQuenhal'
Caro Faneca, ontem fui à capital ver a cara metade.Insisti em ir à Fnac, a ver se comprava um disquito, mas como sou um snob musical da merda, não encontrei um unico cdzito de jeto.Mas encontrei os filmes perfeitos para vermos com as nossas garrafas de Monte da Vaqueira tinto, colheita de 2002.Vinho progressivo?Concerteza!Os ditos filmes são aquelas caixas de reedições, mas com uma particularidade.Incluiam todos os filmes do periodo aureo de Bud Spencer e Terence Hill, os nossos italianos preferidos (eles e o Toto Squilacci!)."Foi-se o tesouro, ficou o amigo","Dois punhos contra rio", enfim todas aquelas malhas esquecidas pela Academia, mas não pelo povo.
'Ós drógades, punhó-ós mazé todes na fêra a fazer churres'
Eu tenho uma teoria válida sobre os Amish!Para mim os Amish não passam de actores do cinema mudo americano,e, que por escassearem as oportunidades de trabalho se reuniram sob a batuta de Marcel Marceau, renunciando ao mundo sonoro que está em voga.É claro que toda esta história foi descoberta pelo inspector Closeau, enquanto levava as garrafinhas ao Vidrão.
Pelo reputado antropólogo Prof. Dr. Faneca, do Instituto Faneca de Antropologia
Acho que devíamos criar, caro Choco, uma agência de mudança de nomes. A idéia é simples e revolucionária: As pessoas iam lá insatisfeitas com o seu nome, nós tinhamos uma entrevista pessoal com elas, os nossos psicólogos (o Dr. Faneca e o Dr. Choco) traçavam o seu perfil e a nossa Comissao Profissional de Escolhas de Nome Apropriados (constituída pelos Directores Choco e Faneca) escolhiam o nome para a pessoa. O resultado sería 100% personalizado, de acordo com as características mais proeminentes da pessoa. Por exemplo havía pessoas que se chamaríam 'Grande Filho da Puta', 'Jantar Romântico a dois' ou apenas 'Zé'.
'O quisto precisava era uma guerra, para haver uma fome, para ver sisto muda. Atao na era?'
Nao percebo porque é que nao se caga directamente para dentro do ótoclismo. Já lá tá a água, aquilo misturava-se tudo e escorria directamente sem chatear ninguém. E a merda da gaiola de plástico do WC Pato nao entopia o buraco da sanita. Pronto, era preciso um escadotinho para subir até ao ótoclismo, mas aproveitava-se e trocava-se a lampada do tecto que está a parpadear e a fazer bzz.. bzz... bzz.
Eu amo autoclismos desde criança.São mecanismos que sempre me canalizaram para uma "release" orgásmica.Não te vens tu, porque acabaste de cagar, mas vêm-se o autoclismo sob ordens do chefe de estado-maior da Mêrdania...euzinho!Quanto ao Roca, acho que a primeira época foi muito melhor!
Nunca vos aconteceu ir a casa de um vizinho para ir buscar uma machinha de arroz porque repararam que a cabidela estava demasiado aguada e sentirem que o arroz de cabidela que o vosso vizinho também está a fazer tem um cheiro mais deliciosos que o vosso, mesmo que não seja arroz de cabidela, senão abrótea cozinha com couve?
Nestas histórias de merda
Enquanto não me passam os soluços, vou discutir a problemática da meteorologia da ida de um gajo à casa de banho:
Até podias meter nas tuas forças especiais o Fernando Tordo e o Carlos Mendes como Rádio Operadores, a Simone a fazer o rancho, a Lara Li como motorista das chaimites e o António Calvário como o rapazinho dos broches. A verdade é que a nossa representaçao europeia já chegou a um nível de pecado mortal que nem este grupo de elite de assassinos auditivos conseguia redimir.
Começa a ser massacrante!Não percebo!Mandamos os nossos melhores homens e mulheres à conquista da Europa da Música de Merda e voltamos sempre de mãos vazias.Mas afinal com quem é que a Dora tem de foder?Se o juri é assim tão exigente, fazemos um pacote e fazem-nos o favor de levar a Nucha e Armando Gama daqui pra fora.Adasse!!
Não meu amigo, não estou a falar do paraiso.Nem mesmo de um filme do Casino por volta de 1978.